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Crowfunding BEM-VINDA

Posted by on set 13, 2016 in Blog

Crowfunding BEM-VINDA

Aos queridos colaboradores: Paloma Carvalho; Rafael Ruffus; Livia Cruz; Daniel Morozetti; Thiago Bergamini; Danilo Cortes; Viviane Camargo; Alexandre Scarpelli; Anderson Costa; Mathias Almeida; Thaise Amaral; Gabriel Mourão; Priscila Rodrigues; Marcos Canduta; Bruno Joaquim; Fani Bispo Gustavo Araujo; Deborah Tarquínio; Thelma Cristina Eduardo Sanovics; Ana Sá; Priscila Corrieri Ana Real e Thiago Avella; Javier Toro; Leandro Cappa Regina Pisani; Paulo Maymone; Theo Cancello; Laura Mendes Rosa; Roberto Sá; Yberê Camargo; Angela de Sá Cancello; Lafayette Tourinho; Ademir Soares; Fátima Tourinho; Luiz Cancello; Katia Galvão; Silvia Toledo Danny Priolli; Rafael Cortês; Mauro Roznan Cristina Maria Galvão e toda família Galvão. Olá pessoal Novamente obrigado por serem parte dessa obra! Sobre a realização do disco Bem-Vinda: Existe uma busca pessoal eterna por apreender a ciência musical da forma mais completa possível, transmutando-a em um meio para contar histórias e compreender o mundo. Acima de tudo, há um desejo de ser também criador e transformador, não apenas engrenagem de um sistema que privilegia poucos em detrimento do esforço hercúleo de muitos. Se é para trabalhar duro, que seja também para ser ouvido, para ser pleno enquanto ser humano e para fazer acontecer as coisas em que acredito e luto. Enfim, mais uma obra foi criada, com a colaboração de grandes músicos e grandes amigos. Um sonho antigo alimentado de muito esforço, com arranjos concebidos de forma democrática, tentando não fazer distinção entre música instrumental e música cantada. O CD tenta alcançar um resultado harmônico na soma da totalidade dos sons envolvidos, de forma a não haver nenhum elemento que sobressaia aos outros. Espero que apreciem. Grande abraço a vocês, obrigado. Daniel...

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Palco Espaço HSBC

Posted by on out 9, 2013 in Blog

Palco Espaço HSBC

No dia 07 de outubro de 2013 toquei no espaço HSBS. Estrutura incrível.    ...

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Journal of Neuroscience

Posted by on out 9, 2013 in Blog, Mídia

Journal of Neuroscience

Estudo publicado no “Journal of Neuroscience”. Formação musical precoce aumenta desenvolvimento cerebral. Clique na imagem e leia a reportagem...

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Polução

Posted by on jul 19, 2013 in Blog, Contos

Tivera polução durante a noite, mas não recordava o sonho que o fizera melar sem coito. Lembrava sim do momento em que não se esforçou em nada para impedir o fluxo explosivo, se é que haveria algum controle dormindo. Não levantou para se lavar, mesmo tendo vaga consciência do ocorrido. Essa reação física involuntária normalmente o acometia quando, nos dias anteriores, passava muito tempo maquinando novas conquistas e formas de abordar e adular as mulheres. Há muito seu pai dizia para ele optar por uma vida monogâmica, mas isso ainda lhe causava certo desconforto. Julgava que essa postura de conquistador era consequência direta de uma mídia que sobrecarregava as pessoas de mensagens relacionadas ao sexo e usava nas propagandas de quase todos os produtos mulheres atraente com atributos vultuosos. Era uma tendência da geração, que parecia mais apelativa a cada dia. Assim sua culpa em pensar nisso mais do que supunha ser normal atenuava-se. Era um rapaz novo, haveria de mudar, de ter preocupações maiores, mais dignas de um ser humano ilibado. Quem sabe até seria um grande homem! Mas logo sua feição descontraída se desfez, e pensou que nunca atingiria o status de grande se continuasse com esses pensamentos pequenos e desimportantes para a evolução espiritual e intelectual. Mas era sábado, a evolução que esperasse mais um pouco, hoje tentaria a sorte nesse país da balbúrdia. Esperou chegar a noite e fez o melhor que pôde pra se mostrar apresentável. Resolveu pegar uma balada leve, essa coisa meio lounge, chique, moderna, descolada, que dá pra conhecer novas pessoas, conversar. Quem sabe a noite não lhe reservaria algo especial. Uma névoa cobria as ruas e um clima quase frio se fazia presente. O calor de outro corpo, isso sim seria o ápice, vontade, ambos envolvidos. Esse quase frio duraria até a primeira dose de vodka, quiçá até sentisse calor, junto com ela, que possivelmente conhecerá nessa noite de julho, férias, casas noturnas cheias, tempo de renovar. Sentia-se confiante. Como é bom ser livre. Ser livre, desimpedido e estar aberto. Estar aberto para novas conquistas, oportunidades. Dizem que o melhor de tudo é amar de verdade. Construir junto. Mas ser livre e bem resolvido deve estar quase empatado com amar de verdade. Mas afinal o que sabia ele da vida? Era só um moleque, as indagações existenciais que ficassem pra ressaca do dia seguinte, amenizada com o santo remédio Engov. Dizem que quando se espera demais de uma noite, o mais provável é terminar sozinho, frustrado. As noites mais despretensiosas são as que reservam as verdadeiras surpresas, aquelas dignas de serem guardadas como um segredo triunfal para não despertar a inveja inevitável dos que de repente até tentassem se esforçar para não senti-la. Digo “seriam” porque essas noites são exatamente aquelas que no dia seguinte as pessoas, ainda roucas e de ressaca, contam tudo pro melhor amigo. Portanto se esforçara...

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Os pássaros e a criança

Posted by on jul 19, 2013 in Blog, Contos

A moça que trabalha lá em casa não é de muitos dizeres, o que é desculpável vindo de alguém com sua história de vida. Seu silêncio passivo soa como uma auto defesa involuntária e inútil de uma presa aguardando a compaixão de um predador indeciso. Com muitos anos de casa ela adquiriu admirável personalidade no jeito discreto de tratar e um papel fundamental no cuidado de dois homens residentes, pai e filho. Meu sentimento com relação a essa moça é praticamente o mesmo que reservo aos meus familiares, pudera, já se vão mais de quinze anos de convivência. Essa moça tem lá os seus cinquenta anos, sofre com dores nas costas, e veio do nordeste sem perspectiva nenhuma e com filho nos braços. Pode-se dizer que é uma vencedora, pois leva uma vida digna, mesmo ainda não tendo conseguido comprar a casa própria. Casou o filho, e cuida de outros parentes, Em quinze anos não me recordo de nenhum atraso ou falta. Ela acorda antes das seis. A cumplicidade entre nossos problemas e conquistas é grande, mesmo que inconscientemente mantenhamos a distância que é de se esperar entre empregado e filho de empregador. Como a vez em que ela caiu num trote de sequestro por telefone. Acreditou que era a irmã sendo sequestrada do outro lado da linha, literalmente caiu no chão em prantos. Liguei na hora para um policial amigo meu e ele explicou que é um golpe recorrente aplicado por pessoas que muitas vezes estão dentro da prisão. Até ela acreditar nisso e desligar o telefone foi um transtorno psicológico grande para nós dois. Ou também da vez que eu tive desidratação total e desmaiei nu na frente dela, depois de quase não conseguir abrir a porta do banheiro. Quando acontecem coisas boas também dividimos a alegria, sempre que alguém da família aparece na TV ela assiste conosco, ou quando alguém lança um CD ou escreve um livro, fazemos questão de dividir tudo isso. Quando volto de alguma viagem percebo que sinto saudades dela também, afinal o bem estar que ela proporciona há tanto tempo se tornou fundamental. Certo dia ela olhava algo pela janela da sala. E perguntou se eu já tinha reparado que no prédio da frente havia plantas onde os passarinhos pousavam e também bebiam água de um bebedor. Eu disse que não tinha reparado ainda, e a partir dali comecei também acompanhar todo dia um pouco esses episódios, normalmente matutinos. Fiquei imaginando a importância desses detalhes que passam despercebidos, e que não dependem de instrução nenhuma para causar encantamento. Não me recordo de outra vez que ela tenha me chamado atenção para algo tão poético. Dias depois também meu pai me chamou a atenção que no mesmo andar dos pássaros nasceu um bebê, e o pai, ou o avô, sempre ficava segurando-o perto da janela. Passei também a acompanhar o crescimento da criança...

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Nossa União

Posted by on jul 19, 2013 in Blog, Contos

TUDO EM VÃO! DIGA QUE NÃO FOI É UMA PENA, MAS TUDO SAIU DO CONTROLE ACABOU! EU SEI QUE NÃO VOU VOLTAR AGORA FAREI ISSO POR NÓS NOS CEGOU A MÁGOU QUE CONSEGUIU DESTRUIR NOSSA UNIÃO. *Agora leiam o poema de baixo para cima.

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